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Cris perguntou:

boa tarde. eu sou cristã e infelizmente adulterei, no tempo do pecado eu estava afastada do Senhor,

apos a adulterio, fiz o divorcio e me casei com o meu esposo atual , o qual adulterou comigo. Hoje nos estamos firme com Deus, ele se batizou eu renovei o meu batismo. ,Mais eu fico me acusando sempre sobre o que eu fiz com meu Deus, e tenho medo Dele não me perdoar.

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Henrique respondeu:

Na maioria das vezes em que lemos nas nossas bíblias a palavra “coração”, não diz respeito ao órgão do corpo humano, mas àquilo que nós somos verdadeiramente: o nosso espírito. Quando nascemos de novo, nós fomos recriados mediante a natureza de Deus. O coração de pedra, insensível e duro agora é um coração de carne, capaz de perceber e ter comunhão com o nosso Pai, cumprindo-se a profecia de Ezequiel 36.26.

Mesmo assim, as pessoas nascidas de novo ainda podem se comportar de acordo com quem eram anteriormente. O apóstolo Paulo exorta a Igreja a não andar como os gentios, na vaidade dos seus próprios pensamentos, obscurecidos de entendimento e alheios à vida de Deus (Efésios 4.17).

É possível você, mesmo sendo nascido de novo, andar dessa forma em algumas áreas da sua vida. Por quê? Por causa da ignorância gerada pela dureza do coração. É por isso que em Hebreus 3:7-8 nos orienta: “Se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração”. Andar insensível, com um coração de carne como se tivesse um coração de pedra, vai lhe deixar pendente para a carne e, consequentemente, para o pecado.

Devemos considerar o que Deus tem a nos ensinar e desenvolver uma vida guiada por Ele. Aquilo que a Palavra nos diz, devemos praticar. Precisamos considerar o que aprendemos nas Escrituras, ao ponto de nos esforçarmos para vigiar a nós mesmos e colocarmos aquilo em prática.

Sabemos que não precisamos orar usando a expressão “se Deus quiser” quando Ele mesmo já expressou a Sua vontade nos textos bíblicos. Naquilo que sabemos que Ele quer, só precisamos declarar, receber pela fé e dar graças. No entanto, a fé não anula a soberania dos planos de Deus para nós em relação aos nossos próprios pensamentos. Nós não temos que traçar os nossos próprios planos, mas nos consagrar para que os planos de Deus sejam conhecidos e vividos por nós (Tiago 4:14). Existem coisas relativas a nossa vida, que vão sendo reveladas por Deus ao longo da nossa caminhada.

Deus tem uma vontade geral expressa nas Escrituras para todos os seus filhos e essa é a primeira forma de sermos guiados por Ele. A Bíblia é um guia seguro. Dentro dessa vontade geral, Deus também tem um plano individual para cada um de nós, em linha com a Sua Palavra.

Precisamos deixar a vaidade dos nossos pensamentos e renovar as nossas mentes com os pensamentos que Deus tem ao nosso respeito. Os pensamentos do nosso Pai são mais altos do que os nossos (Isaías 55:9). Podemos saber, em nossos corações, que Deus tem coisas específicas para nós. Ele é muito mais inteligente do que nós. O que precisamos entender é que Deus é quem sabe como chegaremos lá. Não é você andando naquilo que você “pensa que deve fazer”, mas naquilo que Deus quer que seja feito.

Precisamos viver guiados pelo Espírito Santo. Não estou falando de momentos, mas de um estilo de vida. Para isso, precisamos estar sensíveis, considerando o que Deus fala e o que Ele tem para nós.

“E aconteceu que, quando Faraó deixou ir o povo, Deus não os levou pelo caminho da terra dos filisteus, que estava mais perto; porque Deus disse: Para que porventura o povo não se arrependa, vendo a guerra, e volte ao Egito. Mas Deus fez o povo rodear pelo caminho do deserto do Mar Vermelho; e armados, os filhos de Israel subiram da terra do Egito” (Exôdo 13.17-18)

Nem sempre Deus vai nos guiar pelo caminho mais rápido. Sabe por quê? Porque nenhum tempo de preparação é tempo perdido. A nuvem descrita em Êxodo é uma figura do Espírito Santo. Ele é quem nos guia, de dia e de noite, em todas as jornadas, em todas as áreas da nossa vida.

O testemunho interior é outra maneira de sermos guiados pelo Espírito de Deus:

“Saireis com alegria e em paz sereis guiados” (Isaías 55.12)

Isso se cumpre em nós hoje também. Paulo ensinou aos Colossenses que a paz deve ser o nosso arbitro. É como um juiz no jogo de futebol, a paz deve ditar as regras. Tudo que temos que fazer é estar sensíveis, como um receptor bem sintonizado. A falta de paz é como a nuvem parando. Aprenda a dizer não quando for preciso, deixe-se ser freado por Deus também.

Em paz, seremos guiados a avançar. Isso significa que não estaremos sensíveis a Deus em meio às preocupações. Estar preocupado nada mais é do que estar atentando para as circunstâncias. Quer saber como resolver um problema? Não se preocupe com ele. Deus lhe guiará pela paz.

Deus sempre nos conduz em triunfo. Mas, precisamos nos deixa ser conduzidos, obedecendo ao testemunho interior e sendo guiados por Ele. Se estivermos sensíveis, receberemos sonhos, projetos, estratégias e direções do nosso Pai. Não fuja do chamado de Deus para a sua vida e nem diga: “Isso não é para mim. Isso é muito grande”. Se Deus disse que você fará, Ele também lhe dirá como e quando. Viva sendo guiado pelo Espírito e você terá triunfo. Deixe Deus ser a sua suficiência.

Você não é tão inteligente para ter planejado algo tão bom. Deus, sim, é muito mais inteligente do que você! Assuma. Diga: “Eis-me aqui”. Pare de dizer: “amanhã eu faço” e diga: “Senhor, o que queres da minha vida? Qual a Sua vontade, qual o Seu plano?”. É assim que seremos bem-sucedidos.

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Marcelo Silva respondeu:

O seu ex já te perdoou? Seus filhos já te perdoaram? Sua família já te perdoou. Você deve concertar com eles primeiro e depois com Deus.


A paz

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